19/12 - Workshop com Wander Lourenço

Dezembro 11th, 2007 de Marcelo

Nesta próxima quata-feira dia 19/12 acontece no auditório da Sonkey um mega Workshop com o virtuoso guitarrista Wander Lourenço. Ele irá apresentar várias dicas e instruções essenciais para guitarristas de todos os níveis, de iniciante até grandes profissionais. Além disse, você vai poder conferir toda a performance do guitarrista, que irá desenvolver músicas conhecidas e próprias. O evento será realizado na sobre-loja da Sonkey, terá entrada franca e contará com SORTEIO DE BRINDES que a Sonkey vai dar para você. Para maiores informações, entre em contato pelo telefone 43 3377-6800. A Sonkey fica localizada na rua Senador Souza Naves, 09 - Centro - Londrina/PR.

Wander Lourenço - Wander Lourenço

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Guitarrista Wander Loureço - Biografia

Dezembro 11th, 2007 de Marcelo

Wander - Wander Lourenço
Wander Lourenço é guitarrista, compositor, arranjador e professor de guitarra e linguagem e estruturação musical. Nasceu em Ibiporã-PR no dia 29 de junho de 1976 e teve contato com a música bem cedo por vir de uma família de músicos e por seu pai ter uma banda de bailes, a New Sound show band. Aos 9 anos ensaiava os primeiros acordes no violão e aos 13 teve seu primeiro professor de guitarra, Guto Caminhoto, com quem aprendeu a formação dos acordes, campos harmônicos, escalas e a ler partituras. Nessa época era fã por blues e Pink Floyd (na fase mais progressiva), ficou impressionado quando assistiu filme Crossroads (estrelado por Ralph Machio com participação de Steve Vai). Mais tarde seu gosto pelo rock começou a crescer e as vídeo-aulas vieram como apoio, ouvia Van Halen, Metallica, Iron Maiden, AC/DC, Deep Purple, Megadeth, Pantera, etc. além dos guitar heroes como Malmsteen, Vai, Marty Friedman, Steve Morse, etc. aos 14 integrou uma banda de covers chamada Pheto e aos 15 assumiu o posto de guitarrista da banda de seu pai, a New Sound show band, nessa época tinha também uma banda chamada Shadows onde tocava covers do Megadeth, Pantera, Quensryche, Black Sabbath além de algumas músicas próprias no estilo trash metal. Em 95 ingressou no curso de Licenciatura em música da Universidade Estadual de Londrina onde teve contato com a música clássica e contemporânea, se formando 4 anos depois. Na mesma época da faculdade viajou durante 6 meses a cada 15 dias até São Paulo para ter aulas de guitarra com Edu Ardanuy (Dr. Sin) com quem estudou improvisação e técnicas específicas de rock. Algumas das outras atividades realizadas durante o período acadêmico foram um duo de guitarras que tinha com o amigo Marco Tureta, chegando a gravar uma fita demo intitulada “Projeto Anestesia”, e várias participções como músico freelancer em estúdios e shows de outros artistas. Em 2001 integrou a banda de rock Avalon e durante o primeiro semestre de 2003 a banda Black Jack Em 97 gravou um CD demo que foi comentado por algumas revistas específicas e em 2003 lançou seu primeiro CD solo intitulado “Wander Lourenço”. Atualmente continua tocando com a New Sound show band, dando aulas de guitarra e linguagem e estruturação musical, fazendo workshops e trabalhando em seu projeto solo instrumental.

Influências Principais
Pink Floyd, Van Halen, Megadeth, Dream Theater, Symphony X, SteveMorse, Yngwie Malmsteen, Stevie Vai, Joe Satriani, George Lynch, Greg Howe, Paul Gilbert, Bach, Paganini.

Primeiro Disco comprado:
Rock n’ Rio I (Internacional).

Albuns e artistas favoritos
Freddy King - Takin’ Care of Business.
Pink Floyd - The Dark Side of the Moon, Wsh You Were Here.
Queen - A Night at the Opera.
Symphony X -The Divine Wings of Tragedy, V.
Yngwie Malmsteen - Trilogy.
Steve Vai - Flex Able, Passion and Warfare, Sex and Religion.
Greg Howe - Greg Howe.
Van Halen - Van Halen, Van Halen II, OU812, F.U.C.K.
Iron Maiden - Powerslave, Somewhere in Time.
Megadeth - Rust in Peace, Countdown to Extinction.
Marty Friedman - True Obcesions.
Dream Theater - Images and Words,Awake. Cacophony - Go Off!

Guitarristas favoritos
Greg Howe, Michel Romeo, David Gilmour, Steve Vai, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen, Zaak Wylde, Eddie Van Halen, Paul Gilbert, George Lynch, Marty Friedman, Steve Morse.

Comida preferida
Costela de boi assada… é lógico.

Hobby
Além de tocar guitarra e ouvir música, games e cerveja com os amigos.

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Eventos Automotivos de Londrina e região

Dezembro 8th, 2007 de Marcelo

A Sonkey está prestando um grande serviço de utilidade pública: segue abaixo a agenda de eventos automotivos da cidade de Londrina e Região.

DIA 09/12 CAMPEONATO DE SOM EM SAO SEBASTIAO DA AMOREIRA

DIAS 6, 7 E 8/12 CAMPEONATO DE SOM TUNING E REBAIXADO
+ 500 MILHAS DE LONDRINA NO AUTODROMO DE LONDRINA

DIA 16/12 DOMINGO QUENTE + PARADAO DE SOM NO AUTODROMO DE LONDRINA

DIA 02/12 EM ITAMBÉ NO CENTRO

DIA 23/12 DOMINGO EM ORTIGUEIRA

Para maiores informações, entre em contato com a equipe de Som Automotivo da Sonkey através do telefone 43 3377-6800.

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Workshop V-Drums em Londrina foi um sucesso!

Novembro 22nd, 2007 de Marcelo

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Nos dias 15 e 16 de Outubro, a Roland participou do 1º Festival de Baterias da loja Sonkey (Londrina/Paraná)

Este Festival marca o início do trabalho de divulgação da linha V-Drums que a Sonkey está fazendo, e para estimular ainda mais essa iniciativa, o Coordenador de produtos V-Drums, Gino Seriacopi, esteve presente na loja para especializar os vendedores e ministrar um workshop para consumidores, esclarecendo dúvidas e demonstrando todo o potencial dos kits.

Atualmente a Sonkey conta com boa parte da linha de produtos V-Drums como os kits TD-12K, TD-3KW, HD-1 (lançamento), o pad de estudo RMP-3 e o pad de percussão HPD-10, além de acessórios e amplificadores PM-10, PM-01 e PM-30.

Não perca a oportunidade de conferir a qualidade dos produtos V-Drums e aproveitar as promoções que a Sonkey está fazendo nesse mês!

Roland - Roland
Roland - Roland
Roland - Roland
Roland - Roland
Roland - Roland
Roland - Roland
Roland - Roland

fonte: site da Roland

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HD-1 V-Drums Lite premiada

Novembro 17th, 2007 de Marcelo

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Sucesso absoluto na edição da Expomusic 2007, a bateria eletrônica HD-1 V-Drums Lite - lançada recentemente pela Roland - acaba de faturar o Good Design Award 2007. Esta premiação japonesa é uma das mais conceituadas honrarias internacionais conferida a gigantes industriais, como a Toyota. De acordo com a comissão julgadora do Good Design Award, os grandes destaques da HD-1 V-Drums Lite são o conceito de design e a funcionalidade, garantido à bateria eletrônica da Roland o prêmio na categoria de entretenimento e produtos para hobbistas, na área de instrumentos musicais. Fabricado no Japão, o projeto da HD-1 V-Drums Lite foi desenvolvido pelo designer Koichi Nakao, da Roland Corporation.

Conquistando cada vez mais brasileiros com suas funcionalidades e inovações, a HD-1 V-Drums Lite chega ao mercado nacional para simplificar a vida dos bateristas de plantão. Com novos desenhos no pedal-pad, novos pads de tons e surdo com mais amortecimento e pad de caixa PDX-8 em mesh-head, a nova bateria eletrônica da Roland é incrivelmente silenciosa e compacta. Oferecendo ainda um designer mais elegante (e premiado com o Good Design Award 2007), a HD-1 V-Drums Lite é perfeita para residências, escolas, estúdios e escritórios.

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A bateria digital da Roland que transforma tecnologia em sensibilidade

Outubro 23rd, 2007 de Marcelo

A bateria digital TD-12K da Roland é o modelo intermediário da revolucionária linha V-Drums. O seu grande diferencial é a sensibilidade dos pads, que além de serem mesh-head, podem ser tocados no aro, o qual também dispara sons. Estes sons podem ser do próprio aro ou qualquer outro instrumento que o usuário desejar. O módulo TD-12 dispõe de 512 sons de bateria e percussão de alta qualidade, além de um sequencer com 260 sons de acompanhamento e de diversos parâmetros de edição: profundidade dos tambores, troca de peles, afinação, equalização, compressão, mudança do batedor do bumbo, diâmetro dos pratos, tipos de pratos, mudança de posição dos microfones entre muitos outros.

Kit Bateria Eletrônica TD-12K V-Drums ROLAND - Sensibilidade extrema, sons incríveis - A nova V-Stage Series TD-12K, é considerada o meio do caminho da linha V-Drums de baterias de primeira classe. Com Pads em mesh-head em todo o setup, a TD-12K faz com que os bateristas toquem com todo o sentimento possível quando estão em uma performance. O módulo TD-12 é um “upgrade” do modelo TD-8, compartilhando todos os sons com a mesma qualidade do modelo TD-20, considerado “flagship” da linha V-Drums.

Componentes do kit TD-12K-BK ou WT:
TD-12 x1
PD-105 x1
PD-85 x3
VH-11 x1
CY-12R/C x2
KD-85 x1
MDS-12BK x1

Características
- Pads super sensíveis em mesh-head em todo o kit! Novo módulo TD-12 com tecnologia COSM®, manuseio ultra-intuitivo por um grande visor em LCD;
- Qualidade de sons incrível, igual ao top-de-linha TD-20;
- VH-11 incorporado no kit, montado em uma máquina de chimbal comum (opcional) e movimentos flutuantes igual ao chimbal acústico;
- Ultra realismo de execução de dinâmica forte, média e fraca na caixa e nos pratos – o som se altera quando aumenta a velocidade de rulos/batidas;
- Pad de caixa e tons de 10” e 8”, com o recurso “positional sensing;
- Novo rack MDS-12, com clamps resistentes e fáceis de manusear - cabos embutidos na tubulação.
*Máquina de chimbal e pedal de bumbo não inclusos.

Roland - Roland

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Festival de Baterias Sonkey

Outubro 18th, 2007 de Marcelo

De 5 de outubro à 17 de novembro acontece o Festival de Baterias na Sonkey. São várias dezenas de baterias, com condições super incríveis, em até 10x sem juros. As melhores marcas a preços super especiais. Confira!!!

Festival de Baterias Sonkey - Festival de Baterias Sonkey

Programação de Workshops:

23/10 às 19:30h: Workshop com Maurício Leite (Endorse da RMV)

27/10 ás 10:30h: Workshop com Rodrigo Skil (Endorse da Planet)

Local: Auditório da Sonkey - Rua Senador Souza Naves, 09 - Térreo - Centro - Londrina/PR
Mais informações pelo telefone (43) 3377-6800

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Bateria Concept Exclusive da RMV

Outubro 13th, 2007 de Marcelo

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Um instrumento competitivo com o mercado internacional e de concepções acústicas arrojadas. Baseado nesses conceitos, a RMV criou a bateria Concept, com cascos confeccionados com Bapeva, uma madeira extremamente dura e densa, sem paralelo com qualquer outro tipo de madeira até hoje utilizada para a fabricação de baterias. Estas características fazem com que a RMV Concept tenha uma personalidade própria quando comparada com os instrumentos feitos com as madeiras tradicionais utilizadas em tambores. Quanto mais alta a densidade da madeira no tambor, mais profunda será a sua ressonância, resultando num timbre cheio e com equilíbrio entre as freqüências fundamentais. Porém, nem todas as madeiras densas podem ser utilizadas com sucesso na construção de um tambor já que a dureza é um outro fator essencial tanto estruturalmente quanto na definição da sonoridade. O ataque e o volume final serão maiores e mais agressivos quanto maior for a dureza da madeira. Poucas madeiras são tão perfeitas para a construção de um tambor quanto a Bapeva. CONSTRUÇÂO DO CASCO Para construir um casco sólido e uniforme a partir de uma madeira de características extremas, a RMV desenvolveu o exclusivo sistema TDSM – Thermo-Dynamic Shell Molding com equipamentos que pressionam a madeira até 5,5 bar e elevam gradativamente a temperatura até 100ºC, resultando numa conformação precisa e garantindo a rigidez e estabilidade geométrica do corpo. A colagem final é feita com uma formula adesiva também exclusiva e desenvolvida pela RMV.

Suspensão
O sistema de suspensão de tom-toms RMV, garante um som muito mais cheio e profundo dos tambores, maior ressonância e volume com total liberdade de movimento. A combinação da estrutura de metal com as canecas em fiber composite, trazem um enorme diferencial em relação aos modelos similares encontrados no mercado. O tambor fica realmente isolado em relação ao sistema de fixação. A sonoridade do tambor é 100% natural.

Pés de Bumbo

O novo pé de bumbo SPP02 apresenta um moderno design que combina leveza com funcionalidade. A ação lateral de posicionamento e ângulo de abertura somada á exclusiva regulagem telescópica de altura possibilita uma montagem realmente personalizada por parte do baterista. A ponteira de metal construída em aço carbono e os pés de borracha com trava regulável dão muito mais estabilidade ao conjunto do bumbo, evitando trepidações e deslocamentos laterais muito comuns em modelos “genéricos” encontrados no mercado. O sistema todo é conectado ao bumbo através de uma caneca de Fiber Composite e dotado de trava de memória, com isso as vibrações do piso não interferem na ressonância natural do tambor.

RMV - Concept

STURDY HOOPS

Construído em aço de 2.3 mm, os aros sturdy hoops, são equipamentos de série das baterias Concept. Eles possibilitam uma exata afinação e uma melhor performance acústica, ressaltando toda a sonoridade natural dos tambores. Mais ataque, mais peso e rimshots poderosos.

MINIMASS LUGS (pat. pend.)

O revolucionário sistema patenteado pela RMV apresenta “canoas” de peso reduzido e totalmente isoladas do corpo. Partindo da lógica de que quanto menor for a massa incorporada ao corpo do tambor, melhor será sua ressonância e resultado acústico final, nós desenvolvemos este novo conceito. Elas são construídas em fiber composite, que envolve uma estrutura metálica onde está a bucha de afinação. Com isso, além do peso reduzido, não existe interferência de vibração ou folga, que funciona como uma peça única. Esse conjunto recebe uma peça de acabamento cromada ou preta que reveste a estrutura de forma harmoniosa, com NOVO design moderno e equilibrado. O sistema é fixado ao corpo com um único parafuso, evitando perfurações desnecessárias. Entre o corpo e a canoa é colocado um isolador de elastômero, material extremamente flexível que anula definitivamente qualquer vibração, abraçando e dando solidez ao conjunto, garantindo uma afinação precisa e valorizando o timbre natural de madeira.

GARRAS DE BUMBO

As garras de bumbo da série Concept trazem o diferencial de construção em Fiber Composite. Muito mais leve que as garras tradicionais, reduz consideravelmente o peso final no bumbo e não interfere na vibração natural do aro em relação a pele e ao tambor. O moderno design confere ao kit um visual limpo e diferenciado.

Bapeva-EON

Série com tambores construídos com 4mm de espessura no corpo e anéis de reforço internos de 2,2mm. O som é naturalmente equalizado, combinando as melhores características dos tambores dos cascos grossos e finos. São tambores com total controle de freqüências e harmônicos. O ataque inicial das baquetas é extremamente alto e definido, realçando as freqüências médias. Porém o som não morre de forma abrupta e repentina. A reação é suave garantindo um som encorpado e profundo com predominância das baixas freqüências, ataque e peso na medida certa, sem sobras ou timbres “magros”. A série EON é indicada tanto pra situações totalmente acústicas, quanto processadas, seja em estúdios de gravação ou show ao vivo. Outra característica marcante é a sensibilidade dos tambores em relação à afinação e à dinâmica empregada, eles respondem aos toques mais suaves e não “entopem” quando tocados com muita força. A personalidade do tambor se mantém constante, se adaptando muito bem a qualquer tipo de pele, independente da situação acústica da sala. Ao ouvir um Kit EON, você tem a clara sensação de estar em uma sala de gravação acusticamente perfeita.

S.C.S SHOCK CELL SYSTEM

Durante muitas décadas, os tambores de bateria tiveram sua sonoridade original totalmente comprometida por excessivos furos no casco para a fixação dos componentes essenciais como canoas, canecas e pezinhos. A RMV vem ano após ano, investindo em pesquisas e novas tecnologias visando sanar por completo este tipo de problema. O sistema de suspensão tipo RIMS é equipamento regular em nossos modelos CONCEPT Exclusive e CONCEPT X5. Durante alguns anos, adotamos um modelo de RIMS para surdos de chão com 3 pezinhos. Sua funcionalidade em relação à ressonância e timbragem era excelente, porém o diâmetro original do tambor ficava muito maior, exigindo cases e/ou BAGS de dimensões exageradas, comprometendo assim, o transporte e armazenagem do instrumento que também tinha o seu peso original aumentado, gerando alguns desconfortos durante o transporte. O novo sistema S.C.S SHOCK CELL SYSTEM une a funcionalidade do princípio acústico, com as necessidades de transporte e armazenamento. Ele não interfere no peso do tambor, e traz um aumento insignificante no diâmetro original do mesmo. Os pequenos furos de 5’/16’’ sustentam o conjunto da caneca apoiado por os pequenos “colchões” de borracha que permitem ao tambor um movimento livre com mínimo contato. Na parte inferior da caneca, as pequenas buchas de silicone absorvem impactos em performances mais exageradas, não influindo em nada na ressonância original. O distanciamento da caneca em relação ao tambor, permite a formação do respiro embaixo do sistema. Com isso, o design da bateria fica mais clean e elegante. Extremamente funcional e prático, o sistema S.C.S., equipa também todos os tambores da série ROAD, originalmente desprovidos de sistema RIMS. Com isto, os tambores têm um ganho considerável em ataque e projeção. Muitas fábricas de bateria exageram em seu design, buscando um maior destaque em vitrines e palcos. A RMV busca cada vez mais soluções inteligentes, cujo maior objetivo é o resultado sonoro bem como o conforto do baterista.

Concept

Um instrumento competitivo com o mercado internacional e de concepções acústicas arrojadas. Baseado nesses conceitos, a RMV criou a bateria Concept, com cascos confeccionados com Bapeva, uma madeira extremamente dura e densa, sem paralelo com qualquer outro tipo de madeira até hoje utilizada para a fabricação de baterias. Estas características fazem com que a RMV Concept tenha uma personalidade própria quando comparada com os instrumentos feitos com as madeiras tradicionais utilizadas em tambores. Quanto mais alta a densidade da madeira no tambor, mais profunda será a sua ressonância, resultando num timbre cheio e com equilíbrio entre as freqüências fundamentais. Porém, nem todas as madeiras densas podem ser utilizadas com sucesso na construção de um tambor já que a dureza é um outro fator essencial tanto estruturalmente quanto na definição da sonoridade. O ataque e o volume final serão maiores e mais agressivos quanto maior for a dureza da madeira. Poucas madeiras são tão perfeitas para a construção de um tambor quanto a Bapeva. CONSTRUÇÂO DO CASCO Para construir um casco sólido e uniforme a partir de uma madeira de características extremas, a RMV desenvolveu o exclusivo sistema TDSM – Thermo-Dynamic Shell Molding com equipamentos que pressionam a madeira até 5,5 bar e elevam gradativamente a temperatura até 100ºC, resultando numa conformação precisa e garantindo a rigidez e estabilidade geométrica do corpo. A colagem final é feita com uma formula adesiva também exclusiva e desenvolvida pela RMV.

DieCast

RMV - Concept
Dentro da história da bateria, houve períodos que se eternizaram por uma atitude e uma sonoridade mágica. Durante a época de ouro do jazz, reinaram absolutas as baterias com aro DIE-CAST. O som é único e imediatamente reconhecido. Estes kits eram afinados bem agudos, mas mantinham o grave original do tambor com um harmônico aveludado. Durante a década de 70, muitos estúdios passaram a utilizar estes modelos em gravações de pop e rock, com uma afinação mais solta e pesada. Os tambores soavam grandes e encorpados com um ataque extremamente definido, mesmo com peles bem finas. Tambores muito comprimidos e “gateados” mantém a característica acústica original quando equipados com este tipo de aro. Não existe uma regra sobre qual aro é melhor. Os DIE-CAST têm características próprias e muito específicas. Eles focam muito mais o som, cortam harmônicos e valorizam mais as baixas freqüências, combinados com tambores com anel de reforço, se mostram o que há de mais completo em termos de bateria. Você pode ter um kit e uma caixa com aros estampados, mas é impossível não se impressionar com modelos equipados com DIE-CAST. Toque em um destes kits. Com certeza ele vai passar a ser seu próximo objeto de desejo.

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Entrevista Exclusiva com Kiko Loureiro - Guitarrista do Angra

Setembro 12th, 2007 de Marcelo

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No último dia 18/07 aconteceu o tão esperado Workshop com Marcelo Moreira - produtor e baterista da banda Burning in Hell - e o lendário guitarrista Kiko Loureiro - banda Angra. A equipe de reportagem da Sonkey não deixou passar essa oportunidade e conseguiu uma entrevista exclusiva com esse grande guitarrista. Confira:

Sonkey: Você começou a tocar com 11, chegou a fazer aulas com Mozart Mello e hoje toca na banda Angra. É considerado por várias revistas como o melhor guitarrista do mundo! CURIOSIDADE: Qual foi a sua primeira guitarra?

Kiko: Uma Giannini SG preta. Está exposta no conservatório Sousa Lima, junto a uns instrumentos da galera antiga, e ainda tem essa guitarra. Quando comprei eu tinha 13 pra 14 anos.

Sonkey: E quem te deu essa guitarra?

Kiko: Minha mãe comprou. Eu tava já tocando violão, já estudando legal. Estava com vontade e tipo, ela viu e foi lá. Lembro de tal… Casa Big L’aqua, que rolava lá no centro. Daí a gente escolheu… é uma boa guitarra. Na época tinha umas peças japonesas que a Giannini fazia. O grande lance na época era ter uma Giannini e comprar uns captadores confortáveis. Ficava mais profissional assim. Depois eu tive uma Ibanez, por pouco tempo, que foi minha primeira guitarra gringa. Aí quando fui arrumar a minha Ibanez, que era a mais barata, fui arrumar na Tagima. Conheci o Tagima e já peguei essa K-1 … que não chamava K-1, era aquela guitarra que não tinham feito, modelo diferente. E desde então eu sempre uso Tagima.

Sonkey: Você toca Metal Melódico, Hard Rock, e vários estilos … mas como foi o começo?

Kiko: Comecei tocando violão. O professor que passava umas musiquinhas para violão. Eu tinha uns 12 anos, nem pensava muito em ser roqueiro. Aí eu comecei a ouvir Rock. Aprendendo música clássica com o violão e ouvindo Rock. Aí decidi ir para a guitarra. Estava ouvindo Deep Purple … o que rolava … Scorpions, Black Sabbath, Pink Floyd e Led Zeppelin.

Sonkey: Quando começou a ir para o Melódico?

Kiko: Entre 15 e 16 anos comecei a ir mais a fundo. Teve o Rock’n Rio em 85, eu era moleque. Então teve Iron Maiden. Mas sempre gostei de Queen, de Jazz, um Rock normal, Pop Rock. Mas a guitarra, quando eu comecei, o professor passava especificamente Jimmy Hendrix, Jimmy Page e Van Halen. Meus primeiros dois anos de guitarra eram calcados nos licks dos caras. Comecei a ouvir então muito esses caras: ouvia muito Led Zeppelin, que eu já gostava; Jimmy Hendrix também, que já era um guitarrista antigo na época; e o Van Halen que era o grande lance dos anos sessenta. Eu ouvi muito Van Halen.

Sonkey: Voltando agora um pouco para o Angra … têm uma enorme discografia, entre participações em outros CDS e os discos solos. Qual o disco do Angra que você mais gostou de gravar e qual foi o que deu mais trabalho?

Kiko: Todos. Sempre tem alguma coisa, sempre não é do jeito que você espera, você sempre quer fazer mais. Todos foram na fase de mais ou menos 2 a 3 meses de gravação. Cada um é uma história, porque tem entre dois a três anos de distância de um e outro. Então são fases diferentes da sua vida, que você coloca a maior energia. Um monte de coisas está vivendo, então … de todos você tem que lembrar, não da pra escolher um melhor ou pior.

Sonkey: Você gravou dois CDS solos em 2005: O No Gravity e o Universo Inverso. Como foi? Você gravou todos os instrumentos e só o Terrana gravou a batera … como que foi isso? Saiu da maneira que você esperava?

Kiko: Foram discos que venderam bem, todo mundo gosta, sempre que toco as músicas o pessoal conhece. É um instrumental, mas tem um monte de músicas que o pessoal gostou, uma coisa mais melódica. Tem um monte de coisa de velocidade, mas tem muita música melódica, as músicas todas têm um tema, melodia A, B, como se fosse uma música cantada. Televisão, os caras usam de fundo, Globo Esporte. Fiz muito show com CD, workshop e tal. Vendeu bem aqui no Brasil, no Japão também. Tanto que ano passado ganhou no Japão, melhor disco. E aí foi por causa do Universo Inverso e o disco do Angra. E foi um disco totalmente universo, e isso aí deu uma moral.

Sonkey: Há uma frase no hotsite do Universo Inverso da seguinte forma: “Fixada em linha genética, com todos os seus ritmos, melodias e harmonias desenvolvidos em 500 anos de história e misturas de várias etnias”. Comente …

kiko3 - Workshop Kiko Loureiro
Kiko: Eu que escrevi. Isso aí é por que … quanto mais a gente toca, e a gente viaja pra fora e se depara com outras culturas, você se compara como pessoa, como brasileiro e como músico. E você sente mais a coisa da “brasilidade”. Por mais que seja roqueiro, com um monte de cara americano, inglês tocando Rock. Você vê que eu sempre toco violão, música brasileira, sempre gostei. Então, mesmo tocando Rock você sente que existe toda essa história da nossa cultura que ta ali. Mesmo sem você querer, você tem essa música brasileira, que é o que mais flui, e é o que você tem que pegar e usar. Porque o seu diferencial na hora do “vamo vê”, quando você toca com gringo, pode ser o Steve Vai ou pode ser quem for, se você mandar uma levada que pra gente é tranqüilo, os caras falam “Nossa, como é que faz isso?!”, entendeu? Então, mesmo que você toque um Heavy Metal, você toca de um jeito que os caras não sabem tocar. Então, quanto mais você explorar isso, melhor. Isso é o que? É a mistura que a gente teve na história do Brasil que entrou na nossa cabeça e é a música que a gente ouve hoje, aqui, nesse país. Essa mistura toda.

Sonkey: Qual a mensagem que você deixa para seus fãs aqui de Londrina, do Norte do Paraná, e a moçada que veio ver o Workshop?

Kiko: Muito legal é que muita gente sempre vem e pergunta, os caras tão interessados. É meio o que eu falei no começo: tem muito guitarrista, e todo mundo quer tocar, mas quando o cara decidir que quer realmente ser profissional, tem que ter dedicação. O cara tem que se colocar numa situação que é … viver a música o dia inteiro, seja dando aula, estudando, ouvindo, vendo show, vendo vídeo, tocando, tocando e tocando, sem se preocupar com ter um resultado rápido, porque a música é um negócio que você aprende com muita técnica. A técnica é uma coisa que você pode se dedicar, respeitando o que você está tocando. Mas você começar a ter o controle sobre a música pra compor, pra fazer, pra ter um bom timbre … são muitos anos. É uma coisa constante, em que o cara não pode ter a preocupação em tocar pra bem em poucos anos. Mas muitas horas de dedicação, senão … Mas o cara sabe, é questão de fazer. Ter

kiko1 - Workshop Kiko Loureiro
coragem. Ter coragem de as vezes deixar algumas coisas de lado pra você tocar. Ter coragem de dizer “não” pra uma viagem, dizer não pra sair com a namorada, tudo em prol da música, em prol de um resultado. E se espelhar nos músicos que fizeram sucesso. Se espelhar nos esportistas, como os atletas do Pan agora. Você pegar a vida dos caras. Os caras que são medalhistas passam o dia inteiro se esforçando, treinar muitas horas por dia … Agora eu treino menos, mas eu vivo música bastante. Estou sempre ouvindo, estudando, com o instrumento na mão, de alguma forma. Tô estudando violão agora, tô estudando piano, sempre envolvido com música. Por isso que eu não digo “a guitarra” especificamente, é mais a música em geral. A guitarra ta ligada, conectada com a música …

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Biografia de Kiko Loureiro

Setembro 11th, 2007 de Marcelo

Kiko Loureiro - Universo Inverso
Não é à toa que KIKO LOUREIRO é considerado um dos principais músicos da atualidade. Após iniciar seus estudos musicais aos onze anos de idade, KIKO jamais parou de se desenvolver enquanto guitarrista e compositor, o que o levou a ostentar o invejável posto de guitarrista conhecido e respeitado mundialmente.

Foi aos 19 anos, após ter estudado, entre outros, com o mestre Mozart Mello e depois de ter tocado em diversas bandas em São Paulo, que KIKO foi convidado para fazer parte do recém-formado Angra, banda cuja trajetória passou a se confundir com a do próprio músico.

Em março de 93, KIKO gravou sua primeira vídeo-aula intitulada “Guitarra Rock” e logo em seguida viajou à Alemanha para gravar o disco de estréia do Angra, “Angels Cry”. O sucesso do disco abriu diversos novos mercados para a banda, como Ásia e Europa, além, é claro, do próprio Brasil.

Dois anos depois, a banda gravou seu segundo álbum, “Holy Land”, novamente na Alemanha e com produção de Charlie Bauerfeind e Sascha Paeth. O estilo original mostrado no disco fez com que a banda passasse a ser uma referência dentro do heavy metal mundial.

Antes do próximo trabalho de estúdio, o Angra lançou dois EPs, “Freedom Call” e “Holy Live”, este último gravado ao vivo em Paris. “Fireworks”, terceiro disco da banda, foi lançado em 98. Um pouco diferente dos trabalhos anteriores em termos conceituais, já que era mais voltado às raízes do heavy metal, o CD teve produção de Chris Tsangarides e foi gravado em conceituadíssimos estúdios ingleses, como Abbey Road e Power House.

No início de 2001, o Angra apresentou aos fãs e à imprensa sua nova formação com a demo “Acid Rain”. O trabalho de KIKO, num constante desenvolvimento técnico mas jamais abrindo mão do feeling e musicaliade, era um dos destaques dessa demo, que antecipava “Rebirth”, o novo álbum da banda. Lançado em outubro de 2001, “Rebirth” foi gravado mais uma vez na Alemanha, desta vez sob o comando do produtor Dennis Ward.

Kiko Loureiro - Show em Recife
O carreira de Kiko Loureiro está repleta de vários prêmios à banda e a ele próprio pelas eleições de final de ano promovidas pelas revistas do mundo todo. KIKO está sempre bem classificado em inúmeras publicações, como as japonesas Young Guitar e Burrn!, a francesa Guitar & Bass e as brasileiras Rock Brigade, Rock Underground, Roadie Crew, Guitar Player e Cover Guitara sendo classificado sempre entre os principais guitarristas de rock do mundo.

Em maio de 2002, KIKO e seu parceiro nas guitarras do Angra, Rafael Bittencourt, lançaram o songbook de “Rebirth”, com todas as partituras e tablaturas das músicas do disco. O livro, de 116 páginas, acabou sendo a primeira publicação do gênero editada no Brasil em se tratando de bandas de rock pesado.

No mesmo mês, saiu o mini-álbum “Hunters and Prey”. Novamente produzido por Dennis Ward, o disco traz oito músicas, dentre as quais uma faixa multimídia. Em seguida, o Angra voltou ao Japão, onde novamente foi aclamado pelo público em cinco shows que obtiveram grande repercussão. Além disso, o quinteto também tocou em Taiwan, tornando-se a terceira banda de rock a se apresentar naquele país - foi precedida apenas por Dream Theater e Helloween.

No ano de 2003, o Angra lançou o DVD e o CD duplo “Rebirth World Tour Live In São Paulo”, que registrou um dos shows da turnê mundial de divulgação do álbum “Rebirth” e que fez o Angra ser aclamado em todos os cantos do planeta.

KIKO, por sua vez, lançou mais duas vídeo-aulas, “Técnica e Versatilidade” e “Os Melhores Riffs e Solos do Angra” em VHS e DVD. Os dois vídeos trazem o guitarrista no auge de sua técnica e mostram, de forma clara e didática, inúmeros detalhes que visam enriquecer o repertório musical de todo guitarrista.

Em setembro 2004, o Angra lançou seu mais novo e aguardadíssimo álbum, “Temple of Shadows”.

Trabalho diferenciado e que traz diversas novas nuanças e tendências –, o disco mostra o Angra em seu auge técnico e criativo. Mais uma vez com produção de Dennis Ward, “Temple of Shadows” prova, também, que o grupo conseguiu expandir sua fama para além do circuito do heavy metal, uma vez que conta com a participação do cantor e compositor de MPB Milton Nascimento na faixa “Late Redemption”.

KIKO em fevereiro de 2005 lançou seu primeiro disco solo, “No Gravity”. O disco foi gravado em maio, na Alemanha, com produção de Dennis Ward ao lado de Kiko, e possui treze faixas instrumentais. “No Gravity” tem a participação do baterista Mike Terrana, enquanto que KIKO se encarregou dos demais instrumentos - guitarra, violão, baixo, teclado, piano e percussão. O álbum esta sendo distribuído com ótima repercussão dentro e fora do mundo especializado da guitarra instrumental na Ásia, Europa, EUA, Brasil e Argentina. Foi também criado um hotsite com todas as informações, diários, fotos da produção do álbum (www.kikoloureiro.com.br/nogravity)

Deste trabalho muito bem aceito, foi inevitável a produção do primeiro Songbook completo de um álbum instrumental no país e também de forma inédita o “No Gravity Playback Version”, onde o estudante de guitarra pode tocar os temas do álbum no lugar do Kiko (www.kikoloureiro.com.br/playbackversion)

Neste ano de 2006, Kiko surpreende as expectativas e lança seu segundo cd solo intitulado Universo Inverso. Lançado no Japão e Brasil, este cd mostra outra vertente musical do guitarrista. A já presente brasilidade nos cds do Angra está evidente neste trabalho direcionado para a mescla de estilos com Rock, Fusion, MPB, Jazz e a musica cubana. (www.kikoloureiro.com.br/universoinverso).

Kiko Loureiro - Show em Recife

O reconhecimento ao trabalho de KIKO e do Angra vem rendendo diversos frutos ao guitarrista. Inúmeras empresas têm insistido em associar seus nomes ao de KIKO através de endorsements como as guitarras Tagima, cabos Santo Ângelo, cordas D’Addario, efeitos Zoom, violões Takamine.

Além das referidas empresas, Kiko têm se dedicado a divulgar o estudo sério da Música em parceria com o conceituado Conservatório Musical Souza Lima e da Faculdade Internacional Souza Lima & Berklee de São Paulo, parceiro das mundialmente respeitadas escolas MI-Musicians Institute, LA e Berklee College of Music, Boston, U.S.A.

Também junto à mídia especializada KIKO conquistou espaço e respeito, já tendo sido capa de inúmeras revistas como a japonesa “Young Guitar”, a Taiwanesa “Guitar Fan” a francesa “Guitar & Bass” e as brasileiras Cover Guitarra e Guitar Class, Guitar Player além de já ter assinado colunas e matérias nessas mesmas publicações. Na Japonesa Young Guitar KIKO teve por três vezes vídeo-aulas em DVD encartada na revista, e números exclusivos sobre seu estilo e técnica.

Por tudo isso, fica muito fácil entender porque KIKO LOUREIRO conquistou, ao longo desses anos de trabalho, tudo aquilo que qualquer músico almeja: um lugar garantido dentre os principais guitarristas de rock do mundo.

Fonte: Antonio Carlos Monteiro - Revista Rock Brigade

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